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Nas Notícias - Maçã Transgénica: O novo (e modificado) fruto proibido

Sabia que a investigação científica sobre Organismos Geneticamente Modificados (OGM) realizada por Dennis Gonsalves, emigrante Português de primeira geração nos Estados Unidos da América (EUA), deu uma grande contribuição para salvar as Papaias do Hawai, nos anos 1980? Vinte anos passaram e muitas evidências científicas mostraram que a papaia transgénica, ou qualquer cultura geneticamente modificada aprovada, não  causou efeitos negativos na saúde ou no ambiente.

Mas o movimento anti-OGM insiste que isso não é verdade. Meses antes da primeira maçã transgénica (que não se torna castanha depois de cortada e exposta ao ar) ser comercializada nos EUA aquele movimento, liderado pelos Amigos da Terra, criou uma campanha para pressionar restaurantes e supermercados a boicotá-la.

Esta maçã transgénica é a primeira cultura geneticamente modificada a beneficiar directamente os consumidores. “As potencialidades são infinitas”, comentou Rita Batista, investigadora do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Portugal), à revista Visão. “Já há investigação noutros produtos a pensar no consumidor, com um aumento do valor nutricional. Em Espanha, por exemplo, está a trabalhar-se num milho multivitamínico, com mais vitamina A, C e B9. Também se tenta produzir trigo sem glúten, para os celíacos poderem comer pão”, acrescentou. A bióloga foi “primeira autora de um estudo recente cujas conclusões demonstram que o simples stresse ambiental (água ou luz a mais ou a menos) provoca mais alterações genéticas do que a própria engenharia genética”.

José Feijó, outro investigador Português da Universidade de Maryland (EUA), acredita que o estigma contra os OGM está a mudar “lentamente”. “É cada vez mais evidente que não há problemas ambientais e para a saúde.

Leia a notícia da revista Visão (13.02.2018)

 

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